A chuva caía torrencialmente à cerca de uma hora enquanto os raios cruzavam o céu. Apesar do clima pesado, a noite estava abafada e o calor aos poucos iam dando lugar à um clima agradável e sedutor, de certa forma.
Uma mulher esperava inquieta frente à sua janela. Olhando para fora e, constantemente, para o relógio. Vestida com um sobretudo bege, quase transparente. Com a luz que vinha da rua podia se notar a silhueta de seu corpo perfeito.
Ela, então, deita-se em seu sofá. Na mesa de centro, um vinho tão escuro quanto o sangue. Ela pega-o e toma um gole e desliza a taça sobre seus seios fartos e enrijecidos. Sua boca se abre e, quase como um sussurro, solta um gemido que deixaria exitado o mais religioso dos homens.
Um som de uma moto se aproxima, parando em frente à sua casa. Um único som de buzina é ouvido e, na sequência, três toques em sua porta.
a mulher então, se levanta e vai apressada até a porta arrumando o cabelo e abrindo propositalmente seu sobretudo e jogando um lado sobre os ombros. Ela abre a porta e lá está ele, o entregador de pizza com a jaqueta molhada e uma única caixa de pizza toda molhada. A linda mulher não diz uma palavra só. apenas olha o rapaz de cima abaixo com um sorriso malicioso, deixando claro qual é a sua intenção. Ela dá as costas ao motobói e entra apontando com o dedo, a mesa ao lado da porta.
Ele coloca a pizza devagar e, com sua roupa pingando água pela sala toda, ele a segue vagarosamente, enquanto ela vira a cabeça por cima do ombro passando a língua sobre os lábios.
Ela para e abre totalmente o sobretudo e o deixa cair no chão. Ainda com a roupa molhada, ele a abraça por traz e coloca suas mãos com as luvas em baixo dos seios daquela misteriosa mulher. Seu corpo se contorce de prazer até que, subitamente, ela se vira e abre a jaqueta do entregador e rasga sua camiseta. Ele abre seu zíper e deixa sua calça cair no chão. Em menos de cinco minutos de sua chegada, os dois estavam nus no meio da sala escura, iluminados pelos lampejos dos raios que cruzavam o céu lá fora.
Seus corpos molhados e ainda assim, ardendo em brasa se enroscavam em gemidos e puro tesão. As mão do rapaz corriam entre as pernas molhadas de prazer da bela mulher enquanto sua língua passava pelo pescoço. Enquanto ela apalpava o membro do entregador que já estava em ponto de explodir.
Ela se ajoelha à sua frente e, com seus lábios carnudos e acaricia seu parceiro como se ele fosse o último homem na terra. Ele solta um gemido que prazer que poderia ser escutado de longe, se não fosse o barulho da chuva.
Como se fossem um só, seus corpos se juntam ferozmente e, transam ali mesmo, sob o carpete e o som da chuva. Puxando os seus cabelos, o jovem coloca a mulher de quatro como se fosse montar num cavalo e penetra violentamente a mulher que, com sua unhas chegava a rasgar o carpete, tamanha a excitação.
Os fluidos que saiam da mulher, escorriam pelas pernas do entregador de pizza até que, no ápice, os dois gozam ao mesmo tempo. Seus corpos já suados não param de se mover e entre gemidos e gritos de prazer ela deita no chão e com seus dedos começa a se masturbar mesmo depois de ter gozado sobre o entregador de pizza. Ele, vendo aquela cena ali, na sua frente. Aquela mulher insaciável querendo um segundo orgasmo, começa à beijar seus seios, deixando-a cada vez mais exitada, até que, seu corpo para e ela olha para o rapaz e diz para ele se vestir porque o marido dela está para chegar. Já tomado pelo medo de ser pego ali, pelado no meio da sala com aquela mulher que, até segundos atrás, não sabia que era casada, ele se veste e vai até a sua moto, sem nem lembrar de pegar o dinheiro da pizza.
No dia seguinte, lá estava ela novamente, na janela esperando impaciente por alguém. Então alguém bate à porta e ela vai atender.
Um homem pergunta se é dali que chamaram o encanador. Sem responder, ela abre a porta, olha para ele com malícia e deixa-o entrar. Ele tira a roupa e joga em cima do sofá. Na etiqueta da roupa os dizeres: "Fantasy - Sex shop". Era uma fantasia, assim como a do entregador de pizza.
Cada dia vinha um homem diferente, mas todos esses homens eram um só. O marido dela. O casal tinha uma fantasia para cada dia e o casamento nunca ficava monótono. Ela traía seu marido mentalmente, mas fisicamente ela sempre foi fiel.
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